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sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Conjunto Santos Dumont agora um pouco mais limpo!



Conforme publicamos no último dia 22/10/2011, esperávamos que o trabalho iniciado de capinação na rua Cmte. Paulo Lasmar, fosse estendido a Praça de Caminhada e demais ruas do Conjunto, haja vista que já tínhamos solicitado ao Vereador Gilmar Nascimento no dia 26/10/2011, que fosse feito o complemento do trabalho iniciado a pedido da SEMSA, conforme entrevista que veiculamos com um responsável local da SEMULSP.

Desta forma, a partir deste nosso pedido, que foi intermediado pelo morador Nelson Lopes, que colabora em muito na distribuição das demandas desta comunidade na Câmara Municipal de Manaus, o Vereador Gilmar Nascimento encaminhou Ofício de nº. 0428/2011 ao Secretário de Limpeza Pública Senhor José Aparecido dos Santos, para que providenciasse a limpeza de nosso Conjunto Santos Dumont, que foi plenamente cumprido no final do mês de outubro/2011 (conforme fotos anexas).

Não obstante, foram vários os moradores que confirmaram que ligaram para o telefone que informamos da SEMULSp e que, portanto, fizeram pressão para que a limpeza fosse realizada. Nosso muito obrigado a todos que ligaram!

Infelizmente a limpeza de nosso Conjunto ainda é oferecida por alguns como se fosse um grande feito, quando não deveria ser tratada desta maneira. A capinação, limpeza de nossas ruas e praças deveriam ser oferecidas de forma sistemática, da mesma maneira que se faz a coleta do lixo, ou seja, pontual e com data e hora marcada.

Este comunicado não deseja vender a limpeza de nosso conjunto com um grande feito, ou qualquer coisa que possa ser produto de mera propaganda política. Pelo contrário, pois o intuito é demonstrar que a articulação da comunidade, a partir dos amigos e pela mobilização dos moradores tem muito mais respeito e gera muito mais respaldo que a mera apologia política, visando atender interesses exclusivamentes pessoais e não propriamente do bem comum.

Agradecemos ao vereador Gilmar Nascimento, agradecemos ao Secretário José Aparecido e ao nosso amigo e morador Nelson Lopes, pela prontidão que sempre nos brinda em nossas demandas.

Abaixo segue reprodução dos Ofícios citados e fotos de como ficou a limpeza.



Comércio da Alameda Santos Dumont sofre tentativa de assalto

Nessa última terça-feira (1/11/2011) véspera de feriado, por volta das 12h, o comerciante Felipe(*) sofreu tentativa de assalto.

O marginal, aparentado pouco idade e parecendo estar drogado, segundo a vítima, chegou de bicicleta e estava armado. Ao anunciar o assalto e dar duas coronhadas na cabeça de Felipe(*) para dissuadi-lo, acabou com isto abrindo um ferimento que cobriu de sangue a cabeça da vítima, assustando o marginal que evadiu-se em seguida pedalando tranquilamente da mesma maneira que chegou.

No momento que chegamos para conseguir o relato de mais este episódio nas doze ruas do Conjunto Santos Dumont, Felipe estava chegando do posto de saúde, ao qual foi para retirar o curativo que tinha na cabeça em decorrência das violentas pancadas que recebeu.

Segue abaixo a entrevista que fizemos com Felipe(*), na qual devido ao barulho ambiente e a dificuldade da vítima em relatar os fatos, o audio ficou um pouco prejudicado.

(*) Trocamos o nome verdadeiro por este fictício a pedido da vítima.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Professor Roberto Abtibol Porto sofre assalto a mão-armada enquanto fazia caminhada

Nesse último domingo (30/11/2011), por volta das 16h30min., o professor universitário Roberto Porto sofreu um assalto a mão-armada dentro da Vila Olímpica enquanto caminhava. O Professor Porto caminhava na companhia de um delegado quando foi surpreendido por dois marginais armados, sendo que um deles colocou a arma na direção de sua cabeça, levando o celular que tinha em uma das mãos e o pouco dinheiro que tinha no bolso.

Conforme é característico, a faixa etária desses marginais é entre 19 e 20 anos e os mesmos estavam misturados entre os frenquentadores da Vila Olímpica, sorteando o Professor Porto entre os demais, talvez porque tinha um celular nas mãos. O Professor Porto salienta que escolheu caminhar na Vila Olímpica porque imaginava que em um local institucional ofereceria maior segurança, além da falsa percepção que este tipo de episódio só acontece com os outros, jamais com nós mesmos.

Assista na integra a entrevista na qual o Professor Porto nos conta como tudo aconteceu.

domingo, 30 de outubro de 2011

Moradora da Rua Cmte, Eyner Encarnação tem o seu carro levado por bandidos

A professora Dra. Elisabete Brocki, moradora da Rua Comandante Eyner Encarnação, por volta das 14h da última quinta-feira (25/10/2011), teve o seu carro levado por dois marginais quando saia de casa na companhia de seu filho.

O bandido que a abordou, enquanto um segundo dava cobertura ao mesmo em uma moto, aparentava ter idade entre 25 e 30 anos e teve sua ação filmada por uma câmera de circuito fechado da vizinhança, que agora será periciada pela polícia na tentativa de identificar os marginais.

A Dra. Elisabete Brocki, que é moradora de nosso Conjunto Santos Dumont há mais de vinte anos, disse-nos que apesar de ser uma pessoa precavida quanto aos cuidados que se deve ter na chegada e saída de sua residência, em decorrência do horário que ocorreu a abordagem, ou seja, em plena luz do dia, parecia improvável que pudesse ser vítima de um assalto naquela hora da tarde.

A nossa atuação no mapeamento da violência nas ruas do Conjunto Santos Dumont tem demonstrado a audácia dos bandidos que não mais buscam o manto da noite para esconderem-se, tão pouco se intimidam com o pleno horário de expediente da Secretaria de Segurança que fica na entrada de nosso conjunto. Sinceramente, a ação de marginais a luz do dia e no horário de trabalho desse nosso vizinho tão ilustre, chega a ser um escárnio, ou mesmo um deboche, uma afronta ao estado de direito e um aviso claro a população que não há lugar seguro nesta cidade, como bem salientou a Dra. Elisabete em entrevista concedida a Amipaz.

Nesta entrevista que fizemos com esta mais recente vítima da violência em nosso conjunto, tratamos o ocorrido chamando-o de "episódio", cujo termo se refere a um acontecimento solto, isolado, mas pertencente a uma série de outros fatos correlacionados, dando um sentido de continuidade. Desta forma, a pergunta que devemos nos fazer é: Quem serão os atores do próximo episódio?

Estamos articulando com nossos amigos influentes com as autoridades públicas uma nova reunião de moradores com a cúpula da segurança do Estado, juntamente com os agentes de segurança de nosso conjunto (Polícia Militar e Polícia Civil) e também com representantes do governo municipal (infraestrutura), na qual pretendemos mostrar este nosso trabalho e apresentar as seguintes propostas para amenizar a ação dos marginais em nosso conjunto e bairro.

- Câmeras do CIOPS nas ruas principais de acesso e saída (Governo do Estado);
- Placas de sinalização das ruas que há mais de um ano vem sendo solicitado (Governo Municipal);
- Cronograma de limpeza das ruas do conjunto e praças que seja de conhecimento público, não ficando o Santos Dumont com aspecto de abandono (Governo Municipal);
- PROERD na escola Olga Falcone, prometido na ultima reunião no conjunto que não pode ficar no esquecimento (Governo do Estado);
- O que pode fazer de imediato a Polícia Militar e Civil em relação aos assaltos que ocorrem no conjunto, sem que fiquemos na promessa vazia que um dia se tenha aqui a tal de “Ronda dos Bairros” (Governo do Estado).

A reunião está sendo articulada para ocorrer no próximo dia 10 de novembro (quinta-feira) tendo inicio às 19h30min., no Restaurante Bom Sabor, mas ainda esperamos confirmação das autoridades convidadas. Esperamos em breve ter essa confirmação para que possamos divulgar de maneira mais efetiva, por meio de nosso e-mail de contato, envio de SMS para celulares, convite na caixa de correio de moradores e carro de som nas ruas do conjunto. Isto tudo se as forças do mal não conspirarem contra a realização de nossa reunião.

Confira abaixo a entrevista que fizemos com a Dra. Elisabete Brocki na qual, além de um relato do ocorrido, faz uma reflexão analítica e muito pertinente do problema da segurança em nosso Conjunto Santos Dumont e na cidade de Manaus.

sábado, 22 de outubro de 2011

Limpeza e capinação da Praça Lateral a Rua Comandante Paulo Lasmar

A Secretaria Municipal de Limpeza e Serviços Públicos (Semulsp), realizou neste sábado (22/10) limpeza na praça lateral a Rua Comandante Paulo Lasmar.

De acordo com um dos encarregados, Senhor Jean, a limpeza foi solicitada pela Secretaria Municipal de Saúde - SEMSA (antigo IMPAS), portanto se trata somente de uma limpeza da entrada da Secretaria, não tendo continuidade para a praça de caminhada, nem para as demais adjacências de nosso conjunto.

O Senhor Jean informou que para saber quando ocorrerá o multirão de limpeza é necessário ligar para o telefone 3214-8115 para obter maiores informações. O multirão de limpeza, no que se refere a retirada de entulhos das residências como é feito nos bairros, não foi realizado no Conjunto Santos Dumont nem quando estávamos no auge da epidemia de dengue, portanto, em um próximo cronograma de limpeza o Santos Dumont deveria constar como o primeiro da lista.

Convidamos todos os moradores do Conjunto Santos Dumont a ligar para o telefone de serviços da Semulsp, solicitando a limpeza de nosso conjunto, pois somente assim que será possível haver a limpeza, ou pelo menos acelerá-la.

Abaixo segue entrevista com o Senhor Jean, encarregado da limpeza no local e fotos alegres e descontraídas de nossos amigos Servidores da Limpeza Pública.








segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Morador da Rua Cmte. Eyner Encarnação sofre tentativa de assalto



Nessa última terça-feira (11/10), já no final da tarde, o Sr. Luiz, morador a 28 anos na rua Eyner Encarnação sofre tentativa de assalto quando fechava a garagem de sua casa.

Dois marginais armados subiam a rua quando viram o Sr. Luiz saindo de carro de sua casa. No entanto, como o Sr. Luiz já sofreu 17 assaltos, portanto já calejado com este tipo de situação, ao sair de casa observa os movimentos suspeitos na rua antes de abrir sua garagem. Naquele dia não foi diferente, ou seja, como estava alerta, conseguiu com muito sangue frio fechar o portão a tempo e refugiar-se dentro de sua casa.

O Sr. Luiz relatou que o último assalto sofrido foi no dia 20 de Julho do ano passado, no mesmo dia que acontecia a reunião de segurança no Chapéu de Palha, quando boa parte da cúpula da segurança pública estava reunida aqui em nosso conjunto. É bem verdade que pouco evoluimos na questão da segurança em nosso conjunto e nos últimos meses temos vivido um estado de acirramento de assaltos e roubos em nossas ruas. Faltam propostas concretas que possam atingir todos os moradores e garantir um mínimo de paz e sossego.

O Sr. Luiz, que no momento que nos atendeu preparava para colocar um holofote para melhor iluminar a frente de sua casa, finalizou a entrevista falando de sua experiência comprovada da falta de infraestrutura da Polícia Militar e as promessas não cumpridas de políticas públicas de segurança pelo Governo do Estado.

Abaixo assista a entrevista na íntegra com o Senhor Luiz.

domingo, 16 de outubro de 2011

Família é assaltada na Rua Comandante Paulo Varela

No dia 19 de setembro, por volta das 21h, a residência de Maria Laranhaga, localizada na Rua Comandante Paulo Varela, foi invadida por três marginais, sendo dois deles armados, rendendo a moradora, suas duas filhas (16 e 23 anos) e o irmão (43 anos), que estava de visita e hospedado na casa das vítimas. Os facínoras aproveitaram que a casa está passando por reformas e sem o portão, permitindo a ação dos bandidos.

Os marginais, todos aparentando idade entre 19 a 23 anos, levaram vários eletrodomésticos e eletroeletrônicos da residência, fugindo em seguida no automóvel de Maria, isto após confinarem a família em um dos quartos da casa.

Maria relatou que há vigias contratados na rua, mas que eles não ofereceram qualquer ajuda para impedir o assalto, alegando que a família não paga pelo seus serviços, portanto estavam isentos de socorrê-las. O que vemos é justamente o aumento de uma indústria da segurança, fato que temos alertado e que nos leva a refletir se isto na verdade não se tornará em curto prazo mais um fator de insegurança, haja vista que muitos desses seguranças são informais, portanto pouco sabemos de seus antecedentes e que muitos se aproveitem dessas situações para vender seus serviços. Pergunto: Se um morador não quiser pagar pelo serviço, poderá ter sua residência como alvo potencial da bandidagem? Fazendo uma analogia, será que o nosso sossego será invadido também por esses "agentes particulares" da mesma forma que os flanelinhas das ruas da cidade, que se você não paga para "vigiar" tem o seu veículo arranhado e depredado? Será que a segurança, que é um dever do Estado e um direito de todos nós, também será entregue ao comércio informal que invade as nossas ruas?

Não temos todas as respostas a essas perguntas, mas sabemos que a segurança comunitária não se faz somente por meio de uma ação individual de proteção. Não basta aumentar os muros, colocar arame farpado, cerca elétrica, câmeras etc., pois a partir do momento que os marginais vencem essas barreiras nada impedirá que a violência seja consumada.

Conhecer o seu vizinho, ter boa relação com os mesmos e estabelecer meios de contato direto, como troca de celular e de informações de movimentações suspeitas na rua, são mais eficientes que um monte de parafernálias eletrônicas.

Temos propostas de monitoramento eletrônico compartilhado entre moradores pela internet, bem como a instalação de um botão de pânico em residências e isto pode ser um inibidor mais efetivo, porque funciona 24 horas do dia. Além disto, devemos nos reunir para exigir melhoria do policiamento no Conjunto Santos Dumont, até mesmo com uma viatura estacionada nas vias de acesso principal do conjunto. No entanto, sabemos que isto esbarra no próprio investimento do Estado no policiamento, que hoje sabemos é insuficiente para atender toda a cidade de Manaus.

Este programa Ronda nos Bairros, prometido pelo governo do Estado, não irá nos atender de imediato e não temos confiança que realmente será implantado em curto prazo em nossas ruas. Tudo está muito no mundo das idéias, na ficção das promessas de governo, enquanto que na crua realidade de nossas ruas existe a tristeza e o desespero de famílias agredidas e humilhadas. Hoje temos mais de um assalto por semana nas ruas do Conjunto Santos Dumont e isto é mais do que suficiente para que o governo, pelo menos, buscasse implantar mais câmeras do CIOPS nas principais vias de acesso e saída do Conjunto Santos Dumont. É isto que temos que exigir de imediato!

Abaixo assista a entrevista que fizemos com esta família assaltada na Rua Comandante Paulo Varela.